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Cooperativa Agricola de Moura e Barrancos

Tipi Lifestyle

Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos
08-Jan-2008

A Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos e o Azeite de Moura

 Azeite de Moura

 

Garantia do consumidor

O consumidor de Azeite de Moura tem a certeza absoluta de que este é um azeite virgem produzido numa área de Designação de Origem Protegida (DOP) e definido e reconhecido como tal (EU. Reg. Nº 1107/96). Este azeite tem um sabor e aroma (qualidades organolépticas) muito especiais devido a uma mistura única das variedades de azeitona Cordovil, Galega e Verdeal, que crescem na região.

Durante o processo de apanha, selecção, limpeza e lavagem das azeitonas, bem como nos estágios de desumidificação, armazenamento e engarrafamento do azeite produzido, é mantido um ambiente tecnológico e higiénico totalmente controlado aos mais altos níveis, cumprindo todos os padrões de qualidade internos bem como os impostos pelos organismos de certificação.

Como resultado, o Azeite de Moura preenche todos os requisitos legais sobre o aspecto tecnológico de produção e engarrafamento bem como os ambientais.
Em resumo, o consumidor de Azeite de Moura tem a certeza de ter optado por um verdadeiro azeite Português portador de um selo de certificação da mais alta qualidade reconhecido.

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A origem dos olivais de Moura perde-se no tempo. Ainda hoje nesta região há muitas áreas ao longo dos novos olivais onde as árvores têm centenas senão milhares de anos. Isto é especialmente verdade nos "Coutos de Moura" junto à cidade velha, onde caracterizam a paisagem. Os olivais são tão antigos que até no tempo dos Romanos as pessoas da região eram conhecidas pela sua tradição do cultivo da azeitona, tendo mesmo chegado a exportar o seu magnífico azeite das planícies Alentejanas para Roma.

A excelência do azeite virgem de Moura é bem conhecida por todo o Portugal e referida no ditado popular "fino como o azeite de Moura" usado para descrever a inteligência ou a nobreza de espírito de alguém.
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A sua combinação única de variedades de azeitona que dá ao Azeite de Moura as suas qualidades organolépticas especiais de sabor e aroma torna verdadeiramente distinta a região: uma mistura subtil da fineza da azeitona "Cordovil", com o sabor frutado e suavidade da variedade "Galega", combinadas com o sabor ligeiramente apimentado e a cor verde da azeitona tipo "Verdeal".

A Cooperativa de Moura e Barrancos

Quando a Cooperativa de Moura e Barrancos foi fundada em 1954 o seu principal objectivo era tornar o processo de plantação de azeitona e produção de azeite mais competitivo para os seus fundadores. Tudo começou com a compra de uma pequena prensa. Á medida que o número de associados crescia, também a produção cresceu e depressa foi comprado uma prensa bastante maior. Quando em 1987 a sua capacidade teve de ser novamente ampliada, a cooperativa fez outra compra, desta vez à Companhia do Azeite de Moura, que na altura era dona de uma prensa capaz de processar 230 toneladas de azeitona por dia. Aumentando progressivamente o seu tamanho, através destas aquisições, a Cooperativa de Moura e Barrancos aplicou uma estratégia de sucesso a montar e correr a sua operação. A sua principal tarefa era a de defender os interesses dos agricultores pagando-lhes melhores preços, através de áreas seleccionadas de mercado. Novos investimentos transformaram a prensa de azeitonas da companhia na maior e mais avançada de Portugal com uma capacidade de processamento diária de 300 toneladas.

Com a sua avançada tecnologia, a prensa é eficiente, limpa e previne descargas poluidoras. A prensa tem uma capacidade superior a 12.000 toneladas de azeitona por ano oriundas dos olivais de mais de 1000 produtores, resultando num total de mais de 2 milhões de litros de azeite virgem por época.

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Em outros sectores, a Cooperativa comercializa cereais, sementes de girassol, fruta, legumes e gado, para além de fornecer aos seus 4000 sócios equipamento e material agrícola. A Cooperativa tem uma percentagem média anual de vendas no valor de 8 milhões de euros e emprega 30 trabalhadores permanentes e 15 sazonais.

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A estratégia da Cooperativa tem sido sempre continuar a favorecer o investimento nas colheitas Mediterrânicas tais como o azeite, que podem conquistar uma posição competitiva no mercado devido às suas origens transformando-se assim numa garantia de qualidade.

Produção e controlo de qualidade de azeite virgem

Um azeite de boa qualidade só pode ser obtido de azeitonas saudáveis e através de um rápido processamento. Azeitonas de má qualidade, com doenças, danificadas pelos insectos ou fermentadas demais dão origem a um mau azeite. Ao longo de todo o processo da produção de azeite o factor mais importante é assegurar a qualidade do fruto desde o momento da apanha e em todos os estágios daí em diante, incluindo o transporte, a limpeza e lavagem, e em particular a selecção das azeitonas antes de serem prensadas. Esta selecção rigorosa é um factor decisivo para obter um azeite virgem de qualidade irrepreensível. Este processo essencial, desde o descarregamento das azeitonas ao estágio da prensagem, é feito nas áreas de recepção e durante as fases de limpeza e armazenamento, através de um múltiplo sistema mecanizado de transporte e selecção, operado a partir de um posto automático de controlo.

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As azeitonas esmagadas passam por duas fases de prensagem a baixas temperaturas controladas rigorosamente, para que o azeite retenha todo o sabor da polpa original. Quando já estiverem suficientemente desfeitas, passam por um processo de centrifugação horizontal nos chamados decantadores onde o azeite é separado dos restos sólidos.

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 No último estágio, o azeite é centrifugado verticalmente para eliminar qualquer remanescente de água deixado pela fruta e quaisquer impurezas. Os lotes de azeite cuidadosamente seleccionados são então colocados em cubas de decantação, e posteriormente em recipientes de armazenamento onde cada lote é identificado depois de as análises químicas e organolépticas terem sido efectuadas no colocados em cubas de decantação.

Gastronomia e saúde

O azeite virgem é um dos mais importantes e utilizados ingredientes na dieta Mediterrânica. Quando adicionado puro à comida irá não só enriquece-la em vitaminas, como também adicionar-lhe sabor, em particular o gosto a azeitona. É especialmente recomendado como acompanhamento para saladas, como tempero para carne e peixe, cozidos ou grelhados, para fazer molhos ou simplesmente com pão torrado, conhecido como a “Tiborna”. Os azeites mais frutados como o Extra Virgem Moura (orgânico e DOP) são os mais apropriados para estes fins. Para uso na cozinha em geral, pode ser usado o mais barato, mas igualmente bom azeite virgem, perfeito para ser utilizado várias vezes a altas temperaturas, porque contém ácidos gordos mono insaturados, e antioxidantes.

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O azeite é por isso o óleo mais aconselhável para consumo, quer no seu estado puro, quer utilizado para cozinhar devido ao seu alto teor de ácidos gordos mono insaturados, vitamina E, A e antioxidantes que são benéficos para a nossa saúde. Este elemento protector é especialmente importante para a circulação sanguínea porque reduz o colesterol, ao contrário de outras gorduras, como as de origem animal que ao invés aumentam esses níveis. De facto, o azeite reduz o colesterol e aumenta os níveis de Lipoproteínas de Alta Densidade (LAD), que promovem uma boa saúde e ajudam a reduzir o risco de doenças cardíacas. O azeite é também importante para o aparelho digestivo a ajuda a proteger a membrana mucosa, reduzindo a incidência de úlceras gástricas ou duodenais e estimulando a vesícula biliar, prevenindo a formação de cálculo biliar (vulgo pedras). Todos estes benefícios foram cientificamente provados, fazendo do azeite virgem um excelente ingrediente para uma boa saúde e maior expectativa de vida.

Azeite Virgem Moura

Os azeites virgens que são produzidos e embalados pela Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos provêm exclusivamente dos produtores de azeitona locais. O processo de extracção é inteiramente mecanizado a baixa temperatura e apenas envolve lavagem, trituração, moagem, centrifugação e filtragem. Não são usados processos químicos para refinar óleo com menos qualidade nem os azeites virgens são misturados com outros refinados para produzir o chamado azeite comum. Como consequência, a denominação “virgem” nas embalagens da Cooperativa de Moura e Barrancos refere-se sempre a um óleo cem por cento natural. Outros rótulos têm a menção “virgem extra” ou “virgem extra especial” para indicar que se trata de azeite escolhido dos melhores lotes de azeite virgem, aqueles com melhores qualidades organolépticas e a menor acidez.

A Cooperativa também produz, engarrafa e distribui azeite virgem orgânico oriundo de olivais onde não são utilizados químicos como fertilizantes ou pesticidas. Neste caso, desde a apanha até ao momento em que se obtém o azeite, todo o processo de produção orgânico é completamente separado do tradicional, sendo usado apenas equipamento designado para esse fim.

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In "site Freguesia de Santo Agostinho"
www.jfsagostinho.pt

 

 
             
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